{"id":2421,"date":"2024-09-26T12:21:11","date_gmt":"2024-09-26T17:21:11","guid":{"rendered":"https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/?p=2421"},"modified":"2024-09-26T15:50:11","modified_gmt":"2024-09-26T20:50:11","slug":"amazonia-perdeu-quase-uma-colombia-de-florestas-nos-ultimos-39-anos-revela-analise-do-mapbiomas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/en\/pt\/2024\/09\/26\/amazonia-perdeu-quase-uma-colombia-de-florestas-nos-ultimos-39-anos-revela-analise-do-mapbiomas\/","title":{"rendered":"Amaz\u00f4nia perdeu quase uma Col\u00f4mbia de florestas nos \u00faltimos 39 anos, revela an\u00e1lise do MapBiomas"},"content":{"rendered":"<ul>\n<li>Entre 1985 e 2023, mais de 88 milh\u00f5es de hectares de floresta amaz\u00f4nica foram destru\u00eddos. No total, 92,4 milh\u00f5es de hectares de vegeta\u00e7\u00e3o natural (florestal e n\u00e3o florestal) foram substitu\u00eddos por atividades econ\u00f4micas nos \u00faltimos 39 anos. Essas \u00e1reas registraram um aumento alarmante no uso do solo para minera\u00e7\u00e3o (1.063%), agricultura (598%) e pecu\u00e1ria (298%).<\/li>\n\n\n\n<li>Diante das pr\u00f3ximas c\u00fapulas da COP16 e COP30, \u00e9 urgente implementar pol\u00edticas que fortale\u00e7am o papel protetor dos Territ\u00f3rios Ind\u00edgenas e Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o para conter o desmatamento.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Equador, 26 de setembro de 2024 &#8211;<\/strong> A Amaz\u00f4nia, esse grande ecossistema vital para a humanidade e o planeta, enfrenta um dos seus momentos mais cr\u00edticos. Nos \u00faltimos 39 anos (entre 1985 e 2023) os pa\u00edses amaz\u00f4nicos perderam mais de 88 milh\u00f5es de hectares de florestas. Essa \u00e1rea \u00e9 quase do tamanho da Col\u00f4mbia e equivale a uma perda de 12,5% de sua cobertura florestal. Os dados est\u00e3o sendo lan\u00e7ados hoje (26\/09) pelo MapBiomas Amaz\u00f4nia, iniciativa da Rede Amaz\u00f4nica de Informa\u00e7\u00e3o Socioambiental Georreferenciada (RAISG). Diante desse cen\u00e1rio, nunca foi t\u00e3o urgente fortalecer as pol\u00edticas de conserva\u00e7\u00e3o e restaura\u00e7\u00e3o, bem como o papel protetor desempenhado pelos Territ\u00f3rios Ind\u00edgenas e Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o no combate ao desmatamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Especialistas da RAISG alertam que a regi\u00e3o amaz\u00f4nica est\u00e1 sofrendo uma transforma\u00e7\u00e3o acelerada. A partir da classifica\u00e7\u00e3o de imagens de sat\u00e9lite nas \u00e1reas onde a floresta diminuiu entre 1985 e 2023, foi poss\u00edvel constatar que a minera\u00e7\u00e3o legal e ilegal expandiu-se em 1.063%; a agricultura, em 598%; e a pastagem em 298%. Assim, muitos ecossistemas desapareceram para dar lugar a enormes extens\u00f5es de pastagens, lavouras de soja, palma e outros monocultivos, ou se transformaram em grandes crateras para a extra\u00e7\u00e3o de ouro. No caso da minera\u00e7\u00e3o, a eros\u00e3o do solo n\u00e3o s\u00f3 impacta a cobertura florestal, mas tamb\u00e9m o solo f\u00e9rtil, o que compromete sua capacidade de recupera\u00e7\u00e3o e aumenta o risco de deslizamentos, al\u00e9m de todos os contaminantes. J\u00e1 as florestas inund\u00e1veis foram reduzidas em 4,5 milh\u00f5es de hectares nos \u00faltimos 39 anos (5,4% de sua extens\u00e3o em 1985). Seu retrocesso coloca em s\u00e9rio risco a abund\u00e2ncia e diversidade biol\u00f3gica da Amaz\u00f4nia \u2014 especialmente de peixes \u2014 e, portanto, a disponibilidade de alimentos para as popula\u00e7\u00f5es locais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Um panorama regional alarmante<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A an\u00e1lise inclui os oito biomas da Regi\u00e3o Amaz\u00f4nica. Quase tr\u00eas quartos (71%) das perdas totais de florestas na Amaz\u00f4nia ocorreram no bioma Amaz\u00f4nia, o maior de toda a regi\u00e3o, presente nos nove pa\u00edses (Brasil, Bol\u00edvia, Peru, Equador, Col\u00f4mbia, Venezuela, Guiana, Suriname e Guiana Francesa). Quase um quarto (23%) ocorreu na savana tropical do Cerrado (Brasil); 4% na floresta seca tropical Chiquitano (Bol\u00edvia); e 2% foram divididos entre os biomas da floresta seca do Chaco (Bol\u00edvia), o Pantanal (Brasil), o Tucumano-boliviano, assim como nos Andes (Colombia, Ecuador, Per\u00fa y Bolivia) e Vales da Bol\u00edvia.<\/p>\n\n\n\n<p>A RAISG considera 847 milh\u00f5es de hectares (8.470.209 km\u00b2) de territ\u00f3rio da Amaz\u00f4nia, correspondentes \u00e0 soma das maiores extens\u00f5es territoriais considerando os tr\u00eas crit\u00e9rios: biogeogr\u00e1fico, bacia hidrogr\u00e1fica e limites pol\u00edtico-administrativos, de acordo com as particularidades de cada pa\u00eds amaz\u00f4nico. Dessa maneira, os dados apurados aplicam-se a uma regi\u00e3o delimitada por: i) limites biogeogr\u00e1ficos da Amaz\u00f4nia na Col\u00f4mbia, Venezuela, Guiana, Suriname e Guiana Francesa; ii) os limites da bacia amaz\u00f4nica no Equador, Peru e Bol\u00edvia e iii) a soma dos limites da bacia (Amazonas e Tocantins-Araguaia) e os limites administrativos da Amaz\u00f4nia Legal no Brasil. Essa \u00e1rea inclui as bacias hidrogr\u00e1ficas dos rios Amazonas, Tocantins-Araguaia e Maraj\u00f3 (692,6 milh\u00f5es de hectares).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O papel crucial dos territ\u00f3rios ind\u00edgenas e \u00e1reas naturais protegidas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0s v\u00e9speras da COP16 de Biodiversidade na Col\u00f4mbia (outubro de 2024) e com vistas \u00e0 COP30 sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas no Brasil (novembro de 2025), a RAISG considera esses dois anos cruciais para que os l\u00edderes dos governos e entidades de impacto implementem pol\u00edticas de conserva\u00e7\u00e3o e restaura\u00e7\u00e3o mais rigorosas, a partir desses focos de perda. \u201cOs principais desafios s\u00e3o conservar as \u00e1reas intactas e de baixa degrada\u00e7\u00e3o, antes de alcan\u00e7ar o chamado \u2018ponto de n\u00e3o retorno\u2019 da Amaz\u00f4nia; e substituir as atuais atividades por outras que impactem menos a floresta. E, o mais importante: proteger as \u00c1reas Naturais Protegidas e Territ\u00f3rios Ind\u00edgenas, que atuam como barreiras contra o desmatamento e a degrada\u00e7\u00e3o\u201d, afirma Karen Huertas, especialista do MapBiomas Amaz\u00f4nia.<\/p>\n\n\n\n<p>O papel fundamental que ambos os espa\u00e7os desempenham na conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade \u00e9 comprovado por n\u00fameros: apenas 6,5% das forma\u00e7\u00f5es naturais perdidas na Amaz\u00f4nia ocorreram em Territ\u00f3rios Ind\u00edgenas e \u00c1reas Naturais Protegidas (6,2 milh\u00f5es de hectares dos 92,6 milh\u00f5es de hectares). Enquanto os 93,5% restantes (86,5 milh\u00f5es de hectares) ocorreram fora desses espa\u00e7os. Durante mil\u00eanios, os povos origin\u00e1rios t\u00eam sido os melhores guardi\u00f5es da floresta, gra\u00e7as a seus conhecimentos e pr\u00e1ticas ancestrais, que permitem consumir recursos de maneira sustent\u00e1vel e dar aos solos os descansos necess\u00e1rios para sua regenera\u00e7\u00e3o. Da mesma forma, nas ANPs, prioriza-se a estabilidade da floresta e protegem-se os servi\u00e7os que a Amaz\u00f4nia oferece \u00e0 humanidade: fornecimento de oxig\u00eanio, \u00e1gua para consumo, alimentos, biodiversidade e rem\u00e9dios tradicionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de sua contribui\u00e7\u00e3o inestim\u00e1vel na luta contra a mudan\u00e7a clim\u00e1tica, os povos ind\u00edgenas vivem sob constante amea\u00e7a. Entre 1985 e 2023, seus territ\u00f3rios perderam 3,8 milh\u00f5es de hectares de florestas. O avan\u00e7o de \u00e1reas agropecu\u00e1rias, garimpo de ouro, extra\u00e7\u00e3o ilegal de madeira e cultivos para o narcotr\u00e1fico s\u00e3o algumas das press\u00f5es sobre estes territ\u00f3rios. Essa situa\u00e7\u00e3o coloca em risco a seguran\u00e7a das comunidades locais e a vida dos l\u00edderes ambientais, al\u00e9m de comprometer a diversidade cultural dos pa\u00edses. No mesmo per\u00edodo, as ANPs perderam mais de 2,6 milh\u00f5es de hectares, principalmente em suas bordas, devido \u00e0 invas\u00e3o de atividades agropecu\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Se essa tend\u00eancia continuar, em poucos anos a Amaz\u00f4nia caminhar\u00e1 para um processo irrevers\u00edvel de savaniza\u00e7\u00e3o e convers\u00e3o em pastagens. A perda de florestas continuar\u00e1 liberando grandes quantidades de CO2, acelerando ainda mais o aquecimento global e reduzindo o habitat de milhares de esp\u00e9cies. Durante muitos anos, os governos deram as costas \u00e0s comunidades ind\u00edgenas, tradicionais e locais, que souberam conservar as florestas melhor do que outros grupos humanos. Agora \u00e9 o momento de mudar essa realidade para frear a devasta\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia, fortalecendo seus direitos territoriais, sua participa\u00e7\u00e3o ativa nas decis\u00f5es e sua valiosa heran\u00e7a cultural.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cOs governos dos pa\u00edses amaz\u00f4nicos devem agir de forma coordenada para conter o avan\u00e7o das press\u00f5es e amea\u00e7as, como o desmatamento, a minera\u00e7\u00e3o e o narcotr\u00e1fico, avan\u00e7ar em alternativas econ\u00f4micas sustent\u00e1veis e promover a restaura\u00e7\u00e3o ambiental em escala regional. A Declara\u00e7\u00e3o de Bel\u00e9m e a XIV Reuni\u00e3o de Ministros das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores da OTCA determinaram importantes caminhos para a coopera\u00e7\u00e3o regional, como a Rede Amaz\u00f4nica de Autoridades Florestais e a Rede Amaz\u00f4nica de Manejo Integrado do Fogo, que devem ser implementados com a participa\u00e7\u00e3o ativa dos povos ind\u00edgenas e comunidades afrodescendentes e tradicionais\u201d, concluiu Ang\u00e9lica Garc\u00eda, secret\u00e1ria-executiva da RAISG.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Evento MapBiomas Amaz\u00f4nia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para mais informa\u00e7\u00f5es sobre a situa\u00e7\u00e3o atual da Amaz\u00f4nia e as a\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para proteg\u00ea-la, a RAISG est\u00e1 organizando o evento \u201cPor uma vis\u00e3o integral da Amaz\u00f4nia: 39 anos de perdas de florestas e propostas de conserva\u00e7\u00e3o\u201d, no qual ser\u00e3o discutidos os resultados do relat\u00f3rio e as poss\u00edveis solu\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Data<\/strong>: quinta-feira: 26 de setembro de 2024<br><strong>Hor\u00e1rio<\/strong>: 15h00 (Equador, Col\u00f4mbia e Peru), 16h00 (Venezuela e Bol\u00edvia) e 17h00 (Brasil)<br><strong>Virtual<\/strong>: Youtube RAISG<br><strong>Presencial<\/strong>: Hotel Dann Carlton, Avenida Rep\u00fablica de El Salvador, Quito &#8211; Equador<br><strong>Inscreva<\/strong>-se aqui: https:\/\/forms.gle\/cXxeS6Db4ts8iNm76<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sobre a RAISG<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A RAISG \u00e9 a Rede Amaz\u00f4nica de Informa\u00e7\u00e3o Socioambiental Georreferenciada, um cons\u00f3rcio de organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil dos pa\u00edses amaz\u00f4nicos focado na sustentabilidade socioambiental da Amaz\u00f4nia, com apoio da coopera\u00e7\u00e3o internacional. A RAISG gera e difunde conhecimentos, dados estat\u00edsticos e informa\u00e7\u00f5es socioambientais geoespaciais sobre a Amaz\u00f4nia, elaborados com protocolos comunit\u00e1rios para todos os pa\u00edses da regi\u00e3o; facilita a visualiza\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia como um todo, assim como das amea\u00e7as e press\u00f5es que pesam sobre ela. A RAISG \u00e9 resultado da coopera\u00e7\u00e3o de oito organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil que atuam em seis pa\u00edses amaz\u00f4nicos: Bol\u00edvia (FAN), Brasil (Imazon, ISA), Col\u00f4mbia (Gaia), Equador (EcoCiencia), Peru (IBC) e Venezuela (Wataniba, Provita).<br><a href=\"https:\/\/www.raisg.org\/\">https:\/\/www.raisg.org\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sobre MapBiomas:<\/strong> iniciativa multi-institucional, que envolve universidades, ONGs e empresas de tecnologia, focada em monitorar as transforma\u00e7\u00f5es na cobertura e no uso da terra no Brasil, para buscar a conserva\u00e7\u00e3o e o manejo sustent\u00e1vel dos recursos naturais, como forma de combate \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Esta plataforma \u00e9 hoje a mais completa, atualizada e detalhada base de dados espaciais de uso da terra em um pa\u00eds dispon\u00edvel no mundo. Todos os dados, mapas, m\u00e9todos e c\u00f3digos do MapBiomas s\u00e3o disponibilizados de forma p\u00fablica e gratuita no site da iniciativa. Al\u00e9m disso, a rede MapBiomas ampliou-se para outros 13 pa\u00edses, como tamb\u00e9m gera outros produtos como MapBiomas Alerta, MapBiomas Fogo, MapBiomas \u00c1gua e MapBiomas Solo.<br><a href=\"http:\/\/mapbiomas.org\/\">http:\/\/mapbiomas.org\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>PARA MAIS INFORMA\u00c7\u00d5ES \u00c0 IMPRENSA: +55 71 8192-8334<\/strong><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Equador, 26 de setembro de 2024 &#8211; A Amaz\u00f4nia, esse grande ecossistema vital para a humanidade e o planeta, enfrenta um dos seus momentos mais cr\u00edticos. Nos \u00faltimos 39 anos (entre 1985 e 2023) os pa\u00edses amaz\u00f4nicos perderam mais de 88 milh\u00f5es de hectares de florestas. 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