{"id":1922,"date":"2024-01-18T11:54:29","date_gmt":"2024-01-18T11:54:29","guid":{"rendered":"https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/?p=1922"},"modified":"2024-01-18T12:18:25","modified_gmt":"2024-01-18T12:18:25","slug":"pecuaria-e-o-principal-vetor-de-perda-de-vegetacaoem-metade-da-america-do-sul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/en\/pt\/2024\/01\/18\/pecuaria-e-o-principal-vetor-de-perda-de-vegetacaoem-metade-da-america-do-sul\/","title":{"rendered":"Pecu\u00e1ria \u00e9 o principal vetor de perda de vegeta\u00e7\u00e3oem metade da Am\u00e9rica do Sul"},"content":{"rendered":"<p><em>Nova cole\u00e7\u00e3o de dados do MapBiomas Amazon\u00eda mostra que tr\u00eas em cada quatro hectares foram transformados em pastos<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Um mapeamento in\u00e9dito sobre cobertura e uso da terra de 844 milh\u00f5es de hectares da Am\u00e9rica do Sul, que correspondem aos 47% do continente por onde se estende a Amaz\u00f4nia e as nascentes de seus principais rios, mostra que a abertura de novas \u00e1reas de pasto tem sido o principal vetor de mudan\u00e7as em florestas e outros ecossistemas. Os dados integram MapBiomas Amazon\u00eda &#8211; Cole\u00e7\u00e3o 5.0, uma s\u00e9rie de mapas de cobertura anual e uso da terra na Amaz\u00f4nia produzidos pela Rede Amaz\u00f4nica de Informa\u00e7\u00e3o Socioambiental Georreferenciada\/RAISG com apoio da rede MapBiomas no per\u00edodo entre 1985 e 2022, que ser\u00e1 apresentada <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/mapbiomasbrasil\">online<\/a> nesta sexta-feira, 8 de dezembro, durante a 28\u00aa. Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Mudan\u00e7a do Clima, que est\u00e1 acontecendo em Dubai.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>A \u00e1rea avaliada vai al\u00e9m da Amaz\u00f4nia Legal brasileira, embora 61,9% do territ\u00f3rio analisado (521,9 milh\u00f5es de hectares) fiquem no Brasil. Ela inclui os limites do bioma amazo\u0302nico na Colombia e na Venezuela, os limites da bacia amazo\u0302nica no Equador, Peru e na Bol\u00edvia, a soma dos limites das principais bacias hidrogr\u00e1ficas que alimentam o bioma (Amazonas e Araguaia-Tocantins) e todo o territo\u0301rio continental da Guiana, Guiana Francesa e Suriname, que na\u0303o pertencem a\u0300 bacia do rio Amazonas, mas esta\u0303o cobertos por floresta similar, em forma e composic\u0327a\u0303o, ao resto da regia\u0303o.<\/p>\n\n\n\n<p>O levantamento mostra que dos 86 milh\u00f5es de hectares de vegeta\u00e7\u00e3o natural eliminados no territ\u00f3rio analisado, 84 milh\u00f5es foram convertidos em \u00e1reas agropecu\u00e1rias e de silvicultura, com destaque para pastagem, que ocupa 66,5 milh\u00f5es de hectares da \u00e1rea devastada entre 1985 e 2022 &#8211; ou 77% da \u00e1rea transformada. \u00c1reas para a agricultura, por sua vez, cresceram 19,4 milh\u00f5es de hectares nos \u00faltimos 38 anos. Ao todo, os usos antr\u00f3picos da terra na Pan Amaz\u00f4nia em 1985 respondiam por 51 milh\u00f5es de hectares, ou 6% do bioma. Em 2022, j\u00e1 eram 136 milh\u00f5es de hectares, ou 16% do total. Isso representa um crescimento de 85 milh\u00f5es de hectares, ou 169%, no per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<p>A elimina\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o atinge prioritariamente a floresta: apenas 6 milh\u00f5es de hectares suprimidos no per\u00edodo eram de forma\u00e7\u00f5es n\u00e3o florestais. Por isso, embora o levantamento mostre que 81,4% da Amaz\u00f4nia ainda estejam cobertos por vegeta\u00e7\u00e3o natural, apenas 73,4% s\u00e3o florestas \u2013 percentual que j\u00e1 est\u00e1 dentro da faixa estabelecida pela ci\u00eancia como limite para que a Amaz\u00f4nia se mantenha ou se recupere, evitando o processo de savaniza\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Paralelamente ao avan\u00e7o da agropecu\u00e1ria, \u00e9 poss\u00edvel constatar um potente avan\u00e7o de atividades miner\u00e1rias, que cresceram 1367% entre 1985 e 2022, atingindo meio milh\u00e3o de hectares. Outra mudan\u00e7a not\u00e1vel no per\u00edodo \u00e9 a retra\u00e7\u00e3o de 48% dos glaciares na regi\u00e3o, decorrente do aquecimento global agravado pelo desmatamento e mudan\u00e7as nos ecossistemas da Amaz\u00f4nia para a expans\u00e3o de atividades econ\u00f4micas.<\/p>\n\n\n\n<p>As imagens de sat\u00e9lite mostram claramente que a convers\u00e3o de florestas em pastagens e outros usos \u00e9 mais forte no Brasil \u2013 notadamente no Arco do Desmatamento, que vai do Par\u00e1 ao Acre, passando por Mato Grosso e Rond\u00f4nia e entrando pelo sul do estado do Amazonas. O mesmo pode ser observado no oeste da Amaz\u00f4nia na Col\u00f4mbia e Venezuela. J\u00e1 na Bol\u00edvia, a elimina\u00e7\u00e3o de florestas e outros ecossistemas abriu uma grande \u00e1rea agr\u00edcola no departamento de Santa Cruz, no sul da bacia amaz\u00f4nica. Enquanto em outros pa\u00edses amaz\u00f4nicos, como o Peru, predominam outros padr\u00f5es de uso, que s\u00e3o constitu\u00eddos por uma associa\u00e7\u00e3o heterog\u00eanea de \u00e1reas agropecu\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>BOL\u00cdVIA<\/strong> &#8211; Na Bol\u00edvia, que responde por 8,4% do territ\u00f3rio amaz\u00f4nico, com 71,2 milh\u00f5es de hectares, a \u00e1rea coberta por vegeta\u00e7\u00e3o florestal nativa foi reduzida em 10%, ou 7 milh\u00f5es de hectares, entre 1985 e 2022. A perda l\u00edquida de florestas foi de 5,7 milh\u00f5es de hectares (11,8%).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>BRASIL<\/strong> &#8211; No Brasil, que responde por 61,9% do territ\u00f3rio amaz\u00f4nico, com 521,9 milh\u00f5es de hectares, a \u00e1rea coberta por vegeta\u00e7\u00e3o florestal nativa foi reduzida em 14%, ou 71 milh\u00f5es de hectares, entre 1985 e 2022. A perda l\u00edquida de florestas foi de 67,4 milh\u00f5es de hectares (15,2%).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>COL\u00d4MBIA <\/strong>&#8211; Na Col\u00f4mbia, que responde por 6% do territ\u00f3rio amaz\u00f4nico, com 50,3 milh\u00f5es de hectares, a \u00e1rea coberta por vegeta\u00e7\u00e3o florestal nativa foi reduzida em 5%, ou 3 milh\u00f5es de hectares, entre 1985 e 2022. A perda l\u00edquida de florestas foi de 2,7 milh\u00f5es de hectares (5,9%).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>EQUADOR<\/strong> &#8211; No Equador, que responde por 1,6% do territ\u00f3rio amaz\u00f4nico, com 13,1 milh\u00f5es de hectares, a \u00e1rea coberta por vegeta\u00e7\u00e3o florestal nativa foi reduzida em 5%, ou 600 mil hectares, entre 1985 e 2022. A perda l\u00edquida de florestas foi de 600 mil hectares (5,4%).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>GUIANA<\/strong> &#8211; Na Guiana, que responde por 2,5% do territ\u00f3rio amaz\u00f4nico, com 21 milh\u00f5es de hectares, a \u00e1rea coberta por vegeta\u00e7\u00e3o florestal nativa foi reduzida em 0,3%, ou 700 mil hectares, entre 1985 e 2022. A perda l\u00edquida de florestas foi de 300 mil hectares (0,1%).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>GUIANA FRANCESA<\/strong> &#8211; Na Guiana Francesa, que responde por 1% do territ\u00f3rio amaz\u00f4nico, com 8,4 milh\u00f5es de hectares, a \u00e1rea coberta por vegeta\u00e7\u00e3o florestal nativa foi reduzida em 0,6%, ou 500 mil hectares, entre 1985 e 2022. A perda l\u00edquida de florestas foi de 100 mil hectares (0,7%).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PERU<\/strong> &#8211; No Peru, que responde por 11,4% do territ\u00f3rio amaz\u00f4nico, com 96,3 milh\u00f5es de hectares, a \u00e1rea coberta por vegeta\u00e7\u00e3o florestal nativa foi reduzida em 4%, ou 3,6 milh\u00f5es de hectares, entre 1985 e 2022. A perda l\u00edquida de florestas foi de 2,8 milh\u00f5es de hectares (3,8%).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>SURINAME<\/strong> &#8211; Em Suriname, que responde por 1,7% do territ\u00f3rio amaz\u00f4nico, com 14,6 milh\u00f5es de hectares, a \u00e1rea coberta por vegeta\u00e7\u00e3o florestal nativa foi reduzida em 1%, ou 100 mil hectares, entre 1985 e 2022. A perda l\u00edquida de florestas foi de 100 mil hectares (0,7%).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>VENEZUELA<\/strong> &#8211; Na Venezuela, que responde por 5,6% do territ\u00f3rio amaz\u00f4nico, com 46,9 milh\u00f5es de hectares, a \u00e1rea coberta por vegeta\u00e7\u00e3o florestal nativa foi reduzida em 1%, ou 500 mil hectares, entre 1985 e 2022. A perda l\u00edquida de florestas foi de 600 mil hectares (1,5%).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>SOBRE A PLATAFORMA MAPBIOMAS AMAZ\u00d4NIA<\/strong> &#8211; A<a href=\"https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/\"> plataforma MapBiomas Amaz\u00f4nia<\/a> \u00e9 uma ferramenta que permite a qualquer pessoa com acesso \u00e0 internet entender as mudan\u00e7as no uso da terra em toda a Amaz\u00f4nia e as press\u00f5es sobre suas florestas e ecossistemas naturais. A informa\u00e7\u00e3o gerada \u00e9 compat\u00edvel para todos os pa\u00edses da regi\u00e3o e permite conhecer a situa\u00e7\u00e3o de 18 categorias de an\u00e1lise, denominadas &#8220;classes&#8221;, que incluem \u00e1reas cobertas por florestas, campos naturais, manguezais, agricultura, pastagem, minera\u00e7\u00e3o, \u00e1rea urbana, rios, entre outras. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o gratuitas e tamb\u00e9m est\u00e3o dispon\u00edveis para download. Ela permite explorar a mais recente cole\u00e7\u00e3o de mapas anuais, abrangendo o per\u00edodo entre 1985 e 2022, e identificar mudan\u00e7as na cobertura e uso da terra em um local (nacional, regional e local) e um per\u00edodo (ano, quinqu\u00eanio, d\u00e9cadas, etc.) determinado. A ferramenta tamb\u00e9m apresenta estat\u00edsticas em tabelas e gr\u00e1ficos din\u00e2micos, com as mudan\u00e7as de uso da terra no per\u00edodo que o usu\u00e1rio requer e permite entender a din\u00e2mica das mudan\u00e7as dentro e fora de um Territ\u00f3rio Ind\u00edgena ou \u00c1rea Protegida.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>SOBRE MAPBIOMAS AMAZ\u00d4NIA<\/strong> &#8211; <a href=\"https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/\">MapBiomas Amaz\u00f4nia<\/a> \u00e9 uma iniciativa liderada pela RAISG com o apoio da Rede MapBiomas. Inicialmente, a ferramenta de mapeamento de uso da terra foi desenvolvida pelo MapBiomas para ser aplicada no Brasil e foi necess\u00e1rio aprimor\u00e1-la com a contribui\u00e7\u00e3o de organiza\u00e7\u00f5es associadas \u00e0 RAISG para adequar os resultados e an\u00e1lises \u00e0 geografia de cada pa\u00eds. Desta forma, o conhecimento existente a n\u00edvel local permite melhorar a ferramenta e refinar a interpreta\u00e7\u00e3o dos dados. O m\u00e9todo utilizado nos permitiu padronizar os biomas inclu\u00eddos na an\u00e1lise, de modo que os nove pa\u00edses amaz\u00f4nicos compartilham o bioma Amaz\u00f4nia, enquanto Peru, Equador e Bol\u00edvia tamb\u00e9m compartilham o bioma Andino. MapBiomas Amaz\u00f4nia leva em considera\u00e7\u00e3o as varia\u00e7\u00f5es altitudinais t\u00edpicas da Amaz\u00f4nia andina, que v\u00e3o desde as geleiras andinas at\u00e9 as forma\u00e7\u00f5es florestais das plan\u00edcies amaz\u00f4nicas. A Primeira Cole\u00e7\u00e3o (2000 \u2013 2017) de mapas anuais de cobertura e uso da terra foi publicada em 2019; 2020 trouxe a Segunda Cole\u00e7\u00e3o (1985 \u2013 2018); em setembro de 2021 foi o lan\u00e7amento da Terceira Cole\u00e7\u00e3o (1985 \u2013 2020). A Quarta Cole\u00e7\u00e3o abrangeu o per\u00edodo de 1985 a 2021.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>SOBRE A RAISG<\/strong> &#8211; A <a href=\"https:\/\/www.raisg.org\/\">RAISG<\/a> \u00e9 a Rede de Informa\u00e7\u00e3o Socioambiental Georreferenciada da Amaz\u00f4nia, um cons\u00f3rcio de organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil de pa\u00edses amaz\u00f4nicos voltado para a sustentabilidade socioambiental da Amaz\u00f4nia, com o apoio da coopera\u00e7\u00e3o internacional. A RAISG gera e dissemina conhecimento, dados estat\u00edsticos e informa\u00e7\u00f5es socioambientais geoespaciais sobre a Amaz\u00f4nia, elaboradas com protocolos comunit\u00e1rios para todos os pa\u00edses da regi\u00e3o; facilita a visualiza\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia como um todo, bem como das amea\u00e7as e press\u00f5es que pesam sobre ela. A RAISG \u00e9 resultado da coopera\u00e7\u00e3o de oito organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil que atuam em seis pa\u00edses amaz\u00f4nicos: Bol\u00edvia, Brasil, Col\u00f4mbia, Equador, Peru e Venezuela.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>SOBRE O MAPBIOMAS<\/strong> &#8211; O MapBiomas \u00e9 uma rede colaborativa, formada por ONGs, universidades e empresas de tecnologia, que revela as transforma\u00e7\u00f5es do territ\u00f3rio brasileiro, por meio da ci\u00eancia, tornando acess\u00edvel o conhecimento sobre o uso da terra, a fim de buscar a conserva\u00e7\u00e3o e combater as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Produz mapeamento anual da cobertura e uso da terra desde 1985, valida e elabora relat\u00f3rios para cada evento de desmatamento detectado no Brasil desde janeiro de 2019 e monitora a superf\u00edcie de \u00e1gua e cicatrizes de fogo mensalmente desde 1985. Todos os dados, mapas, m\u00e9todos e c\u00f3digos do MapBiomas s\u00e3o disponibilizados de forma p\u00fablica e gratuita no <a href=\"http:\/\/mapbiomas.org\/\">site da iniciativa<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Divulga\u00e7\u00e3o: AViV Comunica\u00e7\u00e3o<br>Bianca D&#8217;Luca &#8211; 73 8805-9892 &#8211; <a href=\"mailto:bianca.dluca@avivcomunicacao.com.br\">bianca.dluca@avivcomunicacao.com.br<\/a><br>Ingrid Ferreira &#8211; 11 97358-2385 &#8211; <a href=\"mailto:ingrid.ferreira@avivcomunicacao.com.br\">ingrid.ferreira@avivcomunicacao.com.br<\/a><br>Izabela Sanchez &#8211; 14 99643-4902 &#8211;<a href=\"\/en\/izabela.sanchez@avivcomunicacao.com.br\/\"> izabela.sanchez@avivcomunicacao.com.br<\/a><br>Silvia Dias &#8211; 11 99191-7456 &#8211; <a href=\"mailto:silvia.dias@avivcomunicacao.com.br\">silvia.dias@avivcomunicacao.com.br<\/a><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nova cole\u00e7\u00e3o de dados do MapBiomas Amazon\u00eda mostra que tr\u00eas em cada quatro hectares foram transformados em pastos Um mapeamento in\u00e9dito sobre cobertura e uso da terra de 844 milh\u00f5es de hectares da Am\u00e9rica do Sul, que correspondem aos 47% do continente por onde se estende a Amaz\u00f4nia e as nascentes de seus principais rios, [&hellip;]<\/p>","protected":false},"author":15,"featured_media":1920,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_uag_custom_page_level_css":""},"categories":[30],"tags":[],"acf":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/10\/2024\/01\/amazonia-400x300-1.jpg",400,300,false],"thumbnail":["https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/10\/2024\/01\/amazonia-400x300-1.jpg",400,300,false],"medium":["https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/10\/2024\/01\/amazonia-400x300-1-300x225.jpg",300,225,true],"medium_large":["https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/10\/2024\/01\/amazonia-400x300-1.jpg",400,300,false],"large":["https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/10\/2024\/01\/amazonia-400x300-1.jpg",400,300,false],"1536x1536":["https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/10\/2024\/01\/amazonia-400x300-1.jpg",400,300,false],"2048x2048":["https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/10\/2024\/01\/amazonia-400x300-1.jpg",400,300,false],"trp-custom-language-flag":["https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/10\/2024\/01\/amazonia-400x300-1.jpg",16,12,false],"infographic":["https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/10\/2024\/01\/amazonia-400x300-1.jpg",400,300,false],"team":["https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/10\/2024\/01\/amazonia-400x300-1-370x300.jpg",370,300,true]},"uagb_author_info":{"display_name":"amandacoutinho","author_link":"https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/en\/author\/amandacoutinho\/"},"uagb_comment_info":215,"uagb_excerpt":"Nova cole\u00e7\u00e3o de dados do MapBiomas Amazon\u00eda mostra que tr\u00eas em cada quatro hectares foram transformados em pastos Um mapeamento in\u00e9dito sobre cobertura e uso da terra de 844 milh\u00f5es de hectares da Am\u00e9rica do Sul, que correspondem aos 47% do continente por onde se estende a Amaz\u00f4nia e as nascentes de seus principais rios,&hellip;","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1922"}],"collection":[{"href":"https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/15"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1922"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1922\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1938,"href":"https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1922\/revisions\/1938"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1920"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1922"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1922"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/amazonia.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1922"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}